Quem não atualizar o RG até maio enfrentará bloqueios em diversos serviços

Quem não atualizar o RG até maio enfrentará bloqueios em diversos serviços

Iniciada há quatro anos, a transição para a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) entra em uma fase de maior pressão para o contribuinte. 

Apesar de o RG antigo manter sua validade legal até 2032, o governo federal recomenda que a atualização não seja deixada para a última hora, especialmente para quem necessita de integração imediata de dados, já que o novo documento unifica as informações sob o número do CPF.

A atualização tornou-se indispensável para os beneficiários de programas sociais, uma vez que os novos protocolos de segurança do documento foram incorporados às exigências de diversos auxílios federais. 

O cidadão que não realizar a transição para o novo modelo poderá enfrentar inconsistências cadastrais e dificuldades no acesso aos pagamentos já no curto prazo.

Prazo do antigo RG

De acordo com as normas, o modelo antigo continuará sendo aceito em todo o território nacional até fevereiro de 2032. A medida visa garantir que a população possa realizar a migração de forma gradual, sem sobrecarregar os órgãos de identificação.

Já os beneficiários que ainda não cadastraram sua biometria em nenhuma base de dados terão até janeiro de 2027 para emitir a CIN. Já os que possuem a informação cadastrada, mas ainda não solicitaram o novo documento poderão fazer isso até janeiro de 2028.

A CIN é o novo padrão oficial de identificação civil no Brasil. Diferente do sistema anterior, no qual era possível emitir um número de RG diferente em cada estado, a nova carteira unifica os dados sob o número do CPF. Essa mudança elimina a duplicidade de registros, reduz drasticamente o risco de fraudes e facilita a conferência de informações por órgãos públicos e privados.

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O que mudou no documento

A nova carteira reúne informações que antes ficavam dispersas. Além de nome, filiação e foto, o cidadão pode incluir dados como tipo sanguíneo e a condição de doador de órgãos. Tecnologicamente, o documento é mais seguro: conta com um QR Code para autenticação rápida e uma zona legível por máquina (MRZ), padrão internacional utilizado em passaportes.

O documento possui versões física e digital integradas. Após a emissão do papel, o cidadão pode acessar a identidade pelo aplicativo gov.br, que tem a mesma validade jurídica do modelo impresso.

Valor e como emitir a nova CIN

A emissão da primeira via da CIN é gratuita em todo o país. O processo é coordenado pelos estados e pelo Distrito Federal, geralmente por meio de agendamento eletrônico nos Institutos de Identificação (como o Poupatempo em SP ou o Detran no RJ).

Para solicitar, é obrigatório apresentar a certidão de nascimento ou de casamento. No momento do atendimento, são coletadas as impressões digitais, fotografia e assinatura. Caso o cidadão deseje incluir informações complementares, como tipo sanguíneo, deve apresentar exames ou documentos comprobatórios no ato.

Segurança de dados

O diretor de Identidade Civil ressalta que a centralização no CPF é o coração da reforma. Ao tornar o CPF o identificador único, o Brasil alinha-se a padrões internacionais de segurança. 

A base nacional integrada permite que, em caso de perda ou renovação em outro estado, o cidadão mantenha o mesmo histórico de dados, promovendo maior eficiência administrativa e segurança para a sociedade.

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